Desde o início da pandemia nossos olhares estão direcionados na busca da “cura da doença” ou de tratamentos e medicações que possam mitigar a disseminação do vírus e controlar a gravidade da infecção. Agora, mais de uma ano se passou, e, infelizmente estamos longe de controlar o vírus. O fato de ainda haver disseminação descontrolada e altas taxas de contaminação, faz com que os serviços de saúde recebam um número crescente de queixas de pacientes relacionais aos sintomas pós-COVID.  Estamos no momento de identificar tais sinais e sintomas e traçar protocolos de atendimento que ajudem esses pacientes alcançar sua plena recuperação. Assim, o programas de reabilitação compostos por múltiplos profissionais são as opções mais indicadas para atender de maneira mais completa cada paciente. Na rede hospitalar esse modelo de atendimento já está sendo organizado e replicado, mas com o aumento da demanda haverá a necessidade de outros serviços de saúde tanto nas redes públicas, quanto nos serviços privados e atendimento ambulatorial em clínicas.

Tais programas, geralmente são compostos por mais de uma especialidade de saúde, podendo incluir: médicos, enfermeiros, fisioterapeutas, fonoaudiólogos, psicólogos, neuropsicólogos, terapeutas ocupacionais, nutricionistas, enfermeiros e outros.

Dra. Daniela de C. Vergilio

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